Eu não quero um amor de expectativas



Concordo que são elas que nos fazem viver.
São elas as que machucam.
E são também as que nos fazem bem.

Não há mal nenhum em criar expectativas.
Mas nem sempre elas saem como o esperado. 
E sobre isso, temos que aprender a viver conforme a vida se modifica em nossa volta. 

Então, mais uma vez, cá estamos nós. 
Criando sonhos e planos que outrora poderão não mais existir.
Acabamos estacionados pela comodidade de um futuro incerto e inseguro.

Porque somos assim. 
Acomodados com os “nãos” que a vida nos impõe. 
Acomodados com a miséria de amor que achamos suficiente.
Acomodados na vida que aceitamos levar.

As expectativas são pequenas sementes que se regadas da maneira correta, podem florescer e dar vida a novos frutos. 
É preciso acreditar que algo novo vai dar certo.

Porque elas também podem ser a melhor coisa do mundo.
E se não for, lembre-se: eram apenas sonhos.


Co-escrito, com: Emeline Huk

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