A religião separa, destrói e corrói.



Seria o mundo diferente se pensássemos um pouco mais em nosso próximo do que em nosso próprio nariz?
Seria o mundo diferente se olhássemos uns para os outros sem olhar de julgamento, mas sim com olhar de amor?
Seria o mundo diferente se fizéssemos o que fazemos com a intenção de apenas doar e não de receber algo em troca?
Seria o mundo diferente se os atentados ocorridos no mundo fossem explosões de amor?
Seria o mundo diferente se a única religião fosse o amor?
A religião separa. A religião destrói. A religião não é sinônimo de amor.
Particularmente, não gosto da palavra religião.
Qualquer que seja a religião, te faz julgar o próximo que pensa diferente de você. Te faz julgar o próximo que não prega o mesmo que você. Te faz até matar o próximo que não vive o mesmo que você.
Que tipo de religião é essa?
Que tipo de religião é essa que cria prisioneiros? Que tipo de religião é essa que não aceita a liberdade do próximo?
Que tipo de mundo é esse que não podemos viver o que nós queremos viver e sim o que o outro impõe que somos obrigados a viver?
Se você quer pregar o que você acredita, use o amor. Respeite o tempo das pessoas. Com certeza, você levou tempo a crer no que crê e a viver o que vive. O tempo das pessoas é diferente. A cabeça das pessoas é diferente. O livre arbítrio das pessoas é diferente. E a decisão de acreditar ou não em algo, ser ou não ser algo, também é diferente.
Precisamos aceitar e encarar as diferenças.
Seria o mundo diferente se conseguíssemos viver em paz uns com os outros?
Seria o mundo diferente se nos uníssemos pelo amor?
Seria o mundo diferente se o amor imperasse?
A única religião que une, que constrói e que é sinônimo de amor, é a religião do próprio amor.
Na próxima vez que te perguntarem “Qual a sua religião?”, responda “Eu acredito no amor”.
Vivamos o amor. E que esta religião seja a única que saibamos ser fanáticos. 

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1 comentários

  1. Fantástica sua releitura de 1 Coríntios 13:

    1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
    2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
    3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
    4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
    5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
    6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
    7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
    8 O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
    9 Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
    10 Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
    11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
    12 Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
    13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

    Jesus também pensava exatamente como vc :)

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